Moro detalha projeto de lei com foco e combate á corrupção, ao crime organizado e a crimes violentos

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Segundo o futuro ministro da Justiça e da Segurança do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) Sérgio Moro, os alvos serão “os grandes crimes de corrupção”, o crime organizado e os crimes violentos.

De acordo com G1, Sergio Moro detalhou o projeto de lei que pretende apresentar logo que assumir o cargo. Os principais focos serão “os grandes crimes de corrupção”, o crime organizado e os crimes violentos.

“A ideia é primeiro, apresentar um projeto de lei contra a corrupção, especialmente os crimes de grande corrupção, contra o crime organizado e contra crimes violentos. Já o início da próxima gestão, logo após a nova legislatura”, declarou Moro ao G1, durante evento organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com participação de delegados da Polícia Federal, ex-integrantes da Lava Jato e representantes de entidades que atuam no combate à corrupção.

Moro citou alguns pontos que considera que devem ser alterados pelo Legislativo:

  • proibir a progressão de regime a presos que mantêm vínculos com organizações criminosas;
  • incentivar o modelo de forças-tarefas, como a que foi utilizada no período da Lava Jato (considera o modelo interessante quando há falta de recursos);
  • deixar mais clara a diferença entre caixa 2 e e crimes como lavagem de dinheiro e corrupção.

“Nós esperamos apresentar um bom projeto com o qual o parlamento possa realizar um bom trabalho”, declarou Moro.

O futuro ministro também disse, ao assumir, que pretende alterar as regras de prescrição de crimes, regular e limitar as comunicações de presos e fazer com que órgãos de controle atuem com mais independência.

“Não tenho a pretensão, e falo isso com absoluta honestidade, de resolver esses problemas no curto espaço de tempo. Mas é importante sim iniciar um ciclo virtuoso. Começar a avançar e não ficar sempre no retrocesso”, disse o ex-juiz.

Sobre a nova função, Moro disse que será uma “oportunidade para fazer um trabalho diferente”.

“Não mais, evidentemente, como juiz. Mas um trabalho dentro do Ministério da Justiça e da Segurança Pública e propor políticas públicas. Como eu disse, o desafio é grande, mas é uma oportunidade que não poderia ser recusada. “

*Com informações do G1

Jornalista – assessoria e divulgação de mídia

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